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[GRIFO NOSSO] - Recortes do Moura


Sábado , 19 de Agosto de 2006


O melancólico início da Era Dunga

Carlos Alberto Parreira é mestre da insinceridade, da vaidade, da visibilidade para ele mesmo. Mas não é só isso, tem vários outros atributos, que palavra. Por exemplo: o da incoerência e da falta de memória.

 

Depois do melancólico início da Era Dunga dentro de campo, ocupou as televisões para dizer: "O Fred foi muito bem, gosto bastante dele".

 

Se gosta tanto dele, por que na Copa da Alemanha o Fred só jogou 3 minutos e assim mesmo porque o Brasil estava ganhando?

 

E ao contrário do que ele diz, o Fred apareceu muito pouco contra a Noruega.

 

E o Dunga, que começou mal dentro e fora de campo, vá lá, era o primeiro jogo, piorou agora. Descumprindo o que afirmara: "Quero jogadores que atuem no Brasil, eles têm que se reunir aqui no País".

 

Quinta-feira revelou a convocação para os 2 próximos caça-níqueis dos patrocinadores. Apenas 3 jogam no Brasil, Fabio (Cruzeiro), Marcelo (Fluminense) e Rafael Sobis (Internacional).

 

Sobis já está arrumando as malas, Marcelo tem proposta. Dunga fez o mesmo que os outros técnicos, só que ele nem técnico é.

 

Depois da interinidade Dunga, sem Luxemburgo, Leão ou Scolari, Abel Braga, credenciadíssimo [grifos nossos].

 

Helio Fernandes. Rio de janeiro, Tribuna da Imprensa, 19-20 ago. 2006.

 

Escrito por Moura às 21:34
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Tvzona eleitoral

Lula lá na campanha do bispo

- Vedete no programa de ontem de Crivella, o presidente Lula apareceu abraçando e apertando três vezes a mão do aliado carioca, no comício onde dividiram o palanque na Cinelândia. Na última, o bispo mostrou que seu passado de altas ondas em Ipanema está vivo e levantou o braço chamando Lula para aquele cumprimento ‘estalado’ de surfista. O irmão virou ‘brother’.

- O programa de Crivella, que teve Lula do início ao fim e terminou com as caras da dupla dividindo a tela, nas cores do PRB, foi exibido logo depois da propaganda do candidato Vladimir Palmeira, do PT. Em que Lula não apareceu [grifos nossos].


Pedro Landim
O DIA On-Line - 19 ago. 2006 - 00:47:00

 


Até meados de junho eu pensava em votar no Lula, como fiz em 1998 e 2002 - aliás, nunca votei em outro candidato para presidente -, mas uma nota da coluna do Ancelmo Góis n'O GLOBO (que publico abaixo) me deixou com a "pulga atrás da orelha". Essa, acima, foi a a gota d'água!

 


 

Palanque carioca

 

Marcelo Crivella, candidato ao governo do Rio pelo PRB, foi levado por José Alencar para uma conversa com Lula, no Alvorada, no sábado.

No Planalto, aposta-se mais no palanque de Crivella do que no do petista Vladimir Palmeira no Rio [grifo nosso].

 

Ancelmo Góis. O GLOBO On-line, Rio de Janeiro, 27 jun. 2006.


Escrito por Moura às 16:50
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Sexta-feira , 18 de Agosto de 2006


Por dentro do mundo e da mente de Heloísa Helena

 

"[...] A campanha de rua da candidata do P-SOL (Partido Socialismo e Liberdade) virou um imenso trio elétrico, seguido por eleitores desiludidos e indignados, carentes de ética, que gritam "queremos um macho por inteiro, não pela metade". Na Praia de Icaraí, Rio de Janeiro, um "Ló-lista" rasgou um pôster de Lula diante de Heloísa, e implorou: "Não mude, não traia". Idéias revolucionárias na cabeça, nenhuma câmera na mão, Heloísa mete medo em muita gente. Mas amplia a base de eleitores-fãs por sua personalidade singular, antítese do político profissional.


[...]

 

Como explicar que, mesmo sendo moralmente contra o aborto, Heloísa encante as mulheres? Como entender que uma candidata tão católica se torne a "musa gay"? Como justificar que, estando à esquerda do PT e defendendo o socialismo com unhas e dentes, ela registre seu melhor desempenho eleitoral entre os mais instruídos e com renda mais alta? Como compreender que um partido que tem só oito meses de vida e pouco mais de 20 mil filiados cresça tanto a ponto de levar Lula a repensar se devia mesmo ter expulsado os companheiros que pegavam em seu pé? Em recente entrevista a ÉPOCA, Fernando Henrique Cardoso disse que, em campanha eleitoral, a massa se convence mais com o jeitão do candidato que com o discurso. No jeitão arretado de guerreira nordestina, Heloísa Helena transborda. Porque transpira sinceridade, e o Brasil anda sofrendo uma ressaca cívica. Poucas pessoas conseguem acompanhar os escândalos políticos e seus personagens. É um volume de denúncias e improbidades que embrulha o estômago da nação".

 

Fonte: http://revistaepoca.globo.com


* Trecho da reportagem que pode ser lida na íntegra na edição impressa (nº 430) da revista ÉPOCA de 14/08/2006.

 

Escrito por Moura às 10:59
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E se Alckmin fizer tudo isso?

* Cid Benjamin 

 

Alckmin seria perfeitamente capaz, por exemplo, de nomear para a presidência do Banco Central algum deputado tucano presidente do BankBoston. E se, por acaso, este personagem enfrentasse processos por lavagem de dinheiro e remessa ilegal de recursos para o exterior, Alckmin seria capaz, também, de blindá-lo com o status de ministro, para lhe dar salvaguardas. Sem dúvida, o candidato tucano seria capaz disso. Ele seria capaz, ainda, da implementar uma política econômica que levasse os bancos a ter sucessivos recordes em seus lucros. Mesmo que, por causa disso, em conseqüência disso, faltassem recursos para as áreas sociais. Seu governo seria perfeitamente capaz de pagar num ano, a título de juros, 12 vezes mais aos especuladores no sistema financeiro do que o investido em saúde - tal como ocorreu no ano passado em nosso país. Ou, ainda, pagar de juros aos especuladores o equivalente a 24 vezes o que investiu em educação - tal como aconteceu com o governo brasileiro em 2005.

 

Não se duvide do mal que os tucanos podem fazer ao Brasil. Um governo Alckmin poderia perfeitamente retirar dinheiro da Seguridade Social e, depois, com a maior cara-de-pau, afirmar que ela é deficitária. E, aí, cedendo às pressões do FMI, fazer contra-reformas na Previdência, passando a cobrar dos aposentados. Ou, ainda, vetar reajustes para aposentados e pensionistas equivalentes aos reajustes concedidos ao salário-mínimo, com defendeu o PT ao longo de sua história. Com isso, pessoas que, por exemplo, contribuíram durante toda a vida sobre dez mínimos, em pouco tempo estariam recebendo cinco mínimos depois de se aposentar.

 

Que ninguém duvide da amplitude do saco de maldades do PSDB. Eles já demonstraram o que são capazes de fazer nos dois mandatos de FHC. Estivessem os tucanos no governo, poderiam, também, ceder às pressões das multinacionais e aceitar a invasão de transgênicos, sem quaisquer estudos independentes sobre suas conseqüências para a saúde das pessoas e para o meio ambiente. Ou poderiam ceder às pressões da TV Globo na questão da TV digital, mesmo que em detrimento dos interesses nacionais.

 

O PSDB seria, ainda, perfeitamente capaz de aprovar uma Lei de Falências que invertesse as prioridades de pagamento, deixando em primeiro lugar o pagamento das dívidas com os bancos e, só depois, as dívidas com os trabalhadores da empresa falida. Aliás, tentou fazer isso no governo FHC, sendo obstaculizado pela resistência do PT e da CUT, então na oposição.

 

Alckmin seria, também, perfeitamente capaz de fazer as alianças mais espúrias, loteando as estatais - como os Correios, por exemplo - para que um partido da base governista, ainda que de má fama, ali perpetrasse suas malfeitorias. Ou, ainda, seria capaz de aliar-se com o que há de pior na política nacional, como José Sarney, no Amapá e no Maranhão; Romero Jucá, em Roraima; Jader Barbalho, no Pará; Ney Suassuna na Paraíba; Severino Cavalcânti, em Pernambuco; Renan Calheiros, em Alagoas; Geddel Vieira Lima, na Bahia; Newton Cardoso, em Minas; ou Quercia e Maluf em São Paulo.

 

E o que é pior, poderia entregar a gente dessa laia ministérios e estatais, além de deixar a seu encargo as nomeações federais em seus respectivos feudos. Seria, realmente, um grave risco para o país. Que dos tucanos se pode esperar tudo, foi visto no governo FHC, quando compraram parlamentares para aprovar a emenda da reeleição. Não seria novidade se, com Alckmin no governo, houvesse suborno de deputados e senadores para engordar a base governista.

 

O candidato do PSDB seria capaz, até mesmo, de organizar um mensalão para comprar parlamentares. E não seria impossível que víssemos deputados, senadores, prefeitos e dirigentes do partido do próprio presidente da República envolvidos, por exemplo, na compra de ambulâncias superfaturadas. E que, apesar das provas, não fossem punidos pelo partido - assim como a senadora Heloísa Helena foi punida com a expulsão do PT quando se recusou a votar a favor da taxação de aposentados.

 

Alckmin poderia fechar os olhos para a corrupção, como aliás já fez o PSDB quando da farra das privatizações. Mesmo contra todas as evidências, dizer que nada sabia do que passava debaixo de seu nariz. E, pior: seu partido, o PSDB, seria perfeitamente capaz de oferecer legenda para que mensaleiros e sanguessugas tentassem a reeleição - ainda que isso escandalizasse a opinião pública. Enfim, seria realmente um grave risco para o país eleger alguém como Alckmin. Ou reeleger alguém capaz de fazer o que Alckmin faria.

 

Rio de Janeiro, 10 ago. 2006.

Escrito por Moura às 10:04
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