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Domingo , 25 de Fevereiro de 2007


Postagens sobre a Beija-Flor no blog Ancelmo.com:

 

Beija-Flor atropelou

Do coleguinha João Pimentel, aqui do Globo, compositor de blocos e jurado do Estandarte de Ouro:

- A vitória da Beija-Flor foi merecida. A escola passou atropelando. Mas o vice-campeonato da Grande Rio não me pareceu justo. Em segundo deveriam estar Mangueira ou Viradouro. (Enviado por Marceu Vieira - 21.2.2007 | 17h34m)

 


Reage, Rio

Beija-Flor (lá de Nilópolis) em primeiro, Grande Rio (lá de Duque de Caxias) em segundo... Cadê as escolas cariocas? Reage, Rio!

Reaja também, Paulo Barros! Não é porque a Viradouro ficou só em quinto que o carnavalesco deve se sentir derrotado. Barros é a revolução no carnaval. E o carnaval precisa se renovar sempre. Todas as escolas, em todos os grupos, hoje, copiam e deflagram as suas alegorias de gente. Prova de que não é só com vitória que se faz história. Nossa torcida é para que um dia a verve criativa de Paulo Barros se instale numa escola de verdade, de chão e de canto, de raça, de fibra, como é a atual Beija-Flor, campeã merecida de mais um carnaval. Aí, sai de baixo. (Enviado por Lula Branco Martins - 21.2.2007 | 17h45m)

 


A escola da comunidade I

Não sou particularmente um fã da Beija-Flor, mas saúdo os campões de 2007. Não tanto pelo seu desfile - continuo achando que a Unidos da Tijuca merecia levar o título. Questão de torcida.

Coisa boa em Nilópolis: a Beija talvez seja atualmente a escola mais identificada com a sua comunidade. E isso ajuda a minorar aquele ranço, que, confesso, ainda tenho com uma agremiação que vicejou nos tristes anos 70 como subproduto de um marketing político danoso. Ajuda, mas não acaba.

Por isso, se por um lado saúdo os campeões, por outro desafino o coro dos contentes e recebo o resultado com um longo bocejo. Parafraseando as pules dos bicheiros, vale a escrita. Basta a Beija fazer um desfile correto e bem feito que é título na certa. (Enviado por Cesar Tartaglia - 21.2.2007 | 19h09m)

 


A favorita

Prato cheio para os paranóicos: nos cinco carnavais com Lula na presidência, a Beija-Flor (escola do homem) foi campeã em quatro.

Mas os responsáveis são o talento, a determinação e, por que não dizer?, o samba no pé do povo de Nilópolis. (Enviado por Aydano André Motta - 23.2.2007 | 11h22m)

 

Escrito por Moura às 09:40
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A Beija-Flor e o bairro chinês



Será lançado em julho o documentário “Judeus em Nilópolis, um gueto livre nos trópicos”, produzido por Radamés Vieira e André Sztajn. O filme conta a história de judeus (como a família da atriz Teresa Rachel) que migraram para a cidade da Baixada Fluminense e viveram em harmonia com a grande colônia árabe do lugar. Cenas foram rodadas na quadra da Beija-Flor, campeã do carnaval, presidida por Farid Abraão David, de família árabe.

O Rio é uma das poucas metrópoles do mundo que não têm bairro chinês — embora na cidade morem milhares de asiáticos.

Aliás, o Rio não tem bairro de nenhuma nacionalidade ou comunidade específica.

Não tem bairro italiano ou de portugueses, por exemplo. Tem feira de nordestinos, mas nenhum bairro onde o pessoal da minha terra se proteja. Todos (que bom!) se misturaram.

Mas o melhor exemplo de que a cidade é de todos é a Saara, a área de comércio popular tocada por judeus, árabes e, agora, também chineses.


 

Ancelmo Gois. O GLOBO, 25 fev. 2007, grifo nosso.

 

Escrito por Moura às 09:25
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