O economista e tricolor Sérgio Besserman Vianna teorizou em seu blog, no "post" intitulado "Torci, eu confesso...", sobre o modo de ser e peculiaridades da torcida do Fluminense:
"Deve ser a idade, não posso negar. Torci pelo Fluminense. Não vibrei, mas torci. Pode ser que tenha sido por causa do meu irmão Marcos, do meu sobrinho Guilherme ou do meu amigo Beto Silva do Casseta&Planeta. Branquelos frufru, youngs flus, mas tudo gente boa.
Se bem que tricolor é esquisito pra caramba. O Fla é urubu, o Bota é a cachorrada, o Vasco é bacalhau, o Santos é peixe, a Ponte é macaca, o Palmeiras é porco e por aí vai. E os nenses? Os nenses são pó de arroz, é mole?
Aliás, viram como eles torcem? Não é aquela zoeira contínua, a festa permanente das outras torcidas. Os nenses explodem de alegria, fazem um esporro e param. Fica tudo quieto e eles batendo um papo civilizado sobre o jogo ou os filmes do festival de Gramado. Uns quinze minutos depois eles se lembram e explodem de novo.....
Não deixa de ser interessante esse jeito britânico de ser em pleno Rio de Janeiro. (...) (Blog do Besserman, 10 jun. 2007, às 12h55m, grifo nosso)".