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[GRIFO NOSSO] - Recortes do Moura


Sexta-feira , 02 de Novembro de 2007


Muito Firme!

Descobri agora um blog que recomendou o Grifo Nosso (veja aqui).

 

Faz tempo... Foi no dia 01  de janeiro, mas não poderíamos deixar de retribuir a gentileza.

 

O blog é o Muito Firme - um blog de assuntos gerais, bastante divertido. Vale a sua visita.

 

Escrito por Moura às 20:14
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Segunda-feira , 29 de Outubro de 2007


Gafe do Serra

Demorei a escrever aqui... Muito cômica a gafe do governador de São Paulo, José Serra, na premiação do GP do Brasil de F-1.

 

José Simão, em seu Monkey News (22/10/2007), expressou com humor:

 

"[...] e o Serra, que estava totalmente desorientado no autódromo? Anunciaram em inglês que ele tinha que entregar o troféu do segundo lugar para o Felipe Massa, da Ferrari. E ele quase entregou pro Alonso! Rarará! Ou ele não sabe inglês ou não sabe quem é o Massa.

 

Podia fazer um versão daquele desenho, o "Corrida Maluca": o Pelé dava a bandeirada e o Serra entrega o troféu". 

 

Confira o vídeo:

 

 

 

Em 2002, Pelé foi convidado pela organização da prova para dar a bandeirada ao vencedor. Entretanto, quando Michael Schumacher cruzou a linha de chegada, Pelé estava olhando para outro lado, e não o viu passar. Resultado: O alemão venceu a prova sem receber a tradicional bandeirada.

 

Confira:

 

 

 

Escrito por Moura às 00:08
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Domingo , 28 de Outubro de 2007


Mais uma do Cabral

Sérgio Cabral Filho, governador do Rio de Janeiro, é um "bolha". Confira suas declarações dadas ao site G1:

 

"Cabral defende aborto contra violência no Rio de Janeiro

 

O governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), 44 anos, propõe a legalização do aborto como forma de conter a violência no Rio de Janeiro.

 

Em entrevista ao G1 na última segunda (22), ele se valeu das teses dos autores de "Freakonomics", livro dos norte-americanos Steven Levitt e Stephen J. Dubner, que estabelece relação entre a legalização do aborto e a redução da violência nos EUA.

 

"Tem tudo a ver com violência. Você pega o número de filhos por mãe na Lagoa Rodrigo de Freitas, Tijuca, Méier e Copacabana, é padrão sueco. Agora, pega na Rocinha. É padrão Zâmbia, Gabão. Isso é uma fábrica de produzir marginal", declarou. [...]"

 

Fiquei pasmo com tamanha sandice. O deputado federal Chico Alencar se manifestou sobre o assunto:

 

SÉRGIO CABRAL AFIRMA QUE FAVELA É "FÁBRICA DE MARGINAIS"

 

Em entrevista concedida ao Portal G1, das Organizações Globo, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, se valeu da tese de dois pesquisadores norte-americanos para relacionar a legalização do aborto com a redução da violência. Cabral comparou as favelas cariocas a países africanos e emendou: "Isso é uma fábrica de produzir marginal". Na Câmara dos Deputados, Chico criticou duramente a declaração: "o governador Cabral aproxima-se, perigosamente, do pensamento nazi-fascista e racista, eivado de eugenia".

 

O deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) criticou duramente as declarações do governador do Rio Sérgio Cabral ao Portal G1. Para o governador, o alto índice de natalidade nos espaços populares é "uma fábrica de produzir marginal". De Brasília, Chico respondeu: "O governador não foi eleito para dizer essas sandices. Ao afirmar que crescimento da população pobre é "fábrica de marginal", o governador Cabral aproxima-se, perigosamente, do pensamento nazi-fascista e racista, eivado de eugenia. Opor "padrão Suécia" x "padrão Zâmbia" é eurocentrismo neocolonialista. Por fim, defender aborto como meio de controle da natalidade dos pobres, por serem estes potenciais criminosos, é justificar políticas de extermínio, inclusive na segurança pública.

 

Para Chico, o governador fluminense agrediu também as mães que vivem nos espaços populares. "Além de ofensa às mulheres da Rocinha e de todas as comunidades pobres. Direito à saúde é direito à informação sobre contraceptivos, é direito ao planejamento familiar consciente, é direito à assistência pré-natal, é direito à maternidade, à creche, à educação infantil... a tudo o que os moradores do Leblon e da Suécia têm, e outros não - mas não pelo "crime" de terem nascido!. Portanto, isto é inaceitável! Nem só de dilúvio se afoga o meu Rio de Janeiro", concluiu o líder do PSOL na Câmara, numa referência à chuva torrencial que atinge o estado.


 

Escrito por Moura às 12:03
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Conjunto da obra

Essa é boa...



"Consumo de papel higiênico gera polêmica na Alemanha

 

O suposto consumo exagerado de papel higiênico no Exército Federal Alemão provocou confusão e mal-entendidos entre o Ministério da Defesa e o Parlamento da Alemanha, informou hoje a revista Der Spiegel.

 

Ao questionar a situação no Ministério da Defesa, o grupo parlamentar do Partido Verde recebeu como resposta que o consumo de papel higiênico entre os militares alemães era de 800 milhões de rolos anuais.

 

Com base nesse número, os Verdes calcularam que os 360 mil soldados e empregados alemães de Defesa deveriam consumir cada um oito rolos de papel higiênico diários. [...]

 

O secretário de Estado parlamentar do Ministério da Defesa alemão, Christian Schmidt, reconheceu pouco depois o erro de cálculo registrado, ao explicar que não são consumidos 800 milhões de rolos de papel higiênico, mas 800 milhões de partes dele.

 

"Desta maneira é possível calcular um consumo de papel higiênico de 8,8 partes de papel higiênico por trabalhador ao dia", afirmou Schmidt. [...]"

 

Portal Terra, 28 out. 2007, às 10h15min, grifo nosso.

 

Oito rolos de papel higiênico diários? Os senadores brasileiros que absolveram o colega Renan Calheiros, sim, devem gastar essa quantidade - pelo conjunto da obra.

 

Escrito por Moura às 11:37
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